Marchas Carnavalescas

Nesta sexta feira (4), marchinhas carnavalescas animaram o fim de tarde do “Fechando o Beco”. O maestro Abdalan da Gama e músicos conquistenses convidados deram o tom à festa que contou com muito confete, serpentina, e claro, as famosas marchinhas de carnaval. O projeto “Fechando o Beco” é a uma realização da Prefeitura Municipal, por meio da Secretaria de Cultura, que objetiva valorizar a cultura e a arte nas ruas da cidade.

Todo fim de semana um gênero musical diferente garante qualidade sonora no palco do Beco. De samba à gafieira já foram compostos os repertórios e, por ser carnaval, não poderiam faltar as marchinhas. Grandes nomes da música brasileira foram rememorados – João de Barro, Braguinha, Noel Rosa, Lamartine Babo e Ary Barroso – por serem os principais compositores das marchinhas que eram comumente interpretadas por Carmen Miranda, Almirante, Blecaute e Mário Reis.

O prefeito Guilherme Menezes também prestigiou as marchinhas de carnaval e destacou a importância da arte e cultura nos espaços públicos da cidade. “Essa é uma proposta de ocupação do espaço público pela população em torno de acontecimentos lúdicos e lazer artístico que deu certo. A aprovação da população nos deixa feliz e a melhor forma de comemorar em época de carnaval é com marchinhas carnavalescas, uma rememoração dos antigos carnavais”, afirmou.

O maestro Abdalan da Gama reforça a declaração do prefeito e destaca que Vitória da Conquista segue e se adianta em garantir espaços públicos com arte e cultura para todos. “Ocupar os espaços públicos é uma tendência mundial e Conquista está saindo na frente com este espaço maravilhoso”, disse.

Também compareceram ao “Fechando o Beco”, o chefe de Gabinete, Márcio Higino; o secretário de Agricultura, Hildelbrando Oliveira; o diretor-presidente da EMURC, Nailton Prates e o diretor-administrativo da EMURC, Odir Freire.

Confira abaixo depoimentos do público:

Lorena Gusmão, professora da rede estadual. “Venho desde a inauguração porque é um lugar atrativo, um cantinho que estava precisando na cidade. Conquista não tem comemoração do carnaval, mas esta iniciativa de colocar este carnaval de época é muito importante. Que bom que a Prefeitura assumiu este papel”.

Daniela Silva, expositora do Brechó. “Fiquei muito feliz com a proposta do Beco porque a cidade estava carente de espaços como este. Aqui a arte e a cultura estão bem integradas!”

João Pedro Teixeira, estudante. “Vim com meus amigos pela diversão e a boa música que a gente encontra aqui. Acho muito legal este projeto, pois é um espaço cultural e ponto de encontro para os amigos”.

Saiba mais sobre as marchinhas de carnaval – Influenciadas pelas marchas populares portuguesas, as marchas de carnaval, mais conhecidas como “marchinhas”, surgiram em 1899 com “Ó Abre Alas”, composição de Chiquinha Gonzaga. O gênero marcou presença nos carnavais brasileiros dos anos 20 aos anos 60, mas não deixou de ter a predileção de muitos brasileiros que não abrem mão de comemorar o carnaval com muitas marchinhas com suas melodias simples, vivas e com letras picantes e cheias de duplo sentido.

Nesta sexta feira (4), marchinhas carnavalescas animaram o fim de tarde do “Fechando o Beco”. O maestro Abdalan da Gama e músicos conquistenses convidados deram o tom à festa que contou com muito confete, serpentina, e claro, as famosas marchinhas de carnaval. O projeto “Fechando o Beco” é a uma realização da Prefeitura Municipal, por meio da Secretaria de Cultura, que objetiva valorizar a cultura e a arte nas ruas da cidade.

Todo fim de semana um gênero musical diferente garante qualidade sonora no palco do Beco. De samba à gafieira já foram compostos os repertórios e, por ser carnaval, não poderiam faltar as marchinhas. Grandes nomes da música brasileira foram rememorados – João de Barro, Braguinha, Noel Rosa, Lamartine Babo e Ary Barroso – por serem os principais compositores das marchinhas que eram comumente interpretadas por Carmen Miranda, Almirante, Blecaute e Mário Reis.

O prefeito Guilherme Menezes também prestigiou as marchinhas de carnaval e destacou a importância da arte e cultura nos espaços públicos da cidade. “Essa é uma proposta de ocupação do espaço público pela população em torno de acontecimentos lúdicos e lazer artístico que deu certo. A aprovação da população nos deixa feliz e a melhor forma de comemorar em época de carnaval é com marchinhas carnavalescas, uma rememoração dos antigos carnavais”, afirmou.

O maestro Abdalan da Gama reforça a declaração do prefeito e destaca que Vitória da Conquista segue e se adianta em garantir espaços públicos com arte e cultura para todos. “Ocupar os espaços públicos é uma tendência mundial e Conquista está saindo na frente com este espaço maravilhoso”, disse.

Também compareceram ao “Fechando o Beco”, o chefe de Gabinete, Márcio Higino; o secretário de Agricultura, Hildelbrando Oliveira; o diretor-presidente da EMURC, Nailton Prates e o diretor-administrativo da EMURC, Odir Freire.

Confira abaixo depoimentos do público:

Lorena Gusmão, professora da rede estadual. “Venho desde a inauguração porque é um lugar atrativo, um cantinho que estava precisando na cidade. Conquista não tem comemoração do carnaval, mas esta iniciativa de colocar este carnaval de época é muito importante. Que bom que a Prefeitura assumiu este papel”.

Daniela Silva, expositora do Brechó. “Fiquei muito feliz com a proposta do Beco porque a cidade estava carente de espaços como este. Aqui a arte e a cultura estão bem integradas!”

João Pedro Teixeira, estudante. “Vim com meus amigos pela diversão e a boa música que a gente encontra aqui. Acho muito legal este projeto, pois é um espaço cultural e ponto de encontro para os amigos”.

Saiba mais sobre as marchinhas de carnaval – Influenciadas pelas marchas populares portuguesas, as marchas de carnaval, mais conhecidas como “marchinhas”, surgiram em 1899 com “Ó Abre Alas”, composição de Chiquinha Gonzaga. O gênero marcou presença nos carnavais brasileiros dos anos 20 aos anos 60, mas não deixou de ter a predileção de muitos brasileiros que não abrem mão de comemorar o carnaval com muitas marchinhas com suas melodias simples, vivas e com letras picantes e cheias de duplo sentido.